Ontem tive um ótimo dia. Acordei mais tarde do que esperava, batalhei contra o colchão, sai vitorioso e fui para Sintra.
Pretendia chegar lá as 10:30. Cheguei pontualmente as 12:00. Mas, pensando agora, não faltou tempo para nada.
Meu primeiro destino na pequena Vila foi o Palácio Nacional, no centro histórico. Ele era uma residência de verão para a realeza. E eu achei bem mais ou menos. Mas o centro em si era legal. As casinhas pequenas e as ruelas dão um charme especial. Charme esse que já dura uns bons anos, quiçá séculos.
Depois fui ao Castelo dos Mouros, construção milenar, ou o que resta de uma construção milenar, datada do século X, período de invasão árabe. Antes do castelo, caminhei bastante pelo parque que o cerca. Muito bonito mesmo. Só me arrependi de estar de tênis e não com minhas botas de neve. Com elas, meu dia teria sido bem mais fácil.
O castelo em si também era bem legal. A muralha e as torres sobreviveram bem aos tempos. Mas só elas. Mesmo assim, a visita valeu bastante. De lá, se tem uma vista linda. Eu acho. Ontem havia tanta neblina que mal via meu relógio de pulso.
Do Castelo dos Mouros, fui até o Castelo da Pena. Ele é um antigo monastério do século XVI (acho eu), que o Rei Fernando II, do século XIX (acho eu) comprou e remodelou. A começar pelo absurdo jardim que o cerca, o castelo é espetacular. Esse jardim trás árvores de todos os cantos do mundo, lagos, pontes, miradouros e até mesmo um picadeiro. A minha saída foi atravessando ele. Sozinho, no meio da mata, me dei conta de que estou tão acostumado com a cidade e com barulho que o silêncio assusta.
O edifício do castelo é lindo também. Mistura uns vários estilos arquitetônicos e cada cômodo leva uma decoração diferente. Pelo que li, e comprovei vendo, a família não era dada a paredes vazias. Assim, cada quarto tem uns 200 quadros, fotos, movéis e o que quer que se pode imaginar.
Sai de lá, me embrenhei (essa palavra existe?) na mata de novo, desejei ter minhas botas e voltei aos Mouros. Lá, peguei um ônibus e voltei ao centro.
Caminhei até a Quinta da Regaleira. O lugar é maravilhoso. Costumava ser a moradia do Carvalho Monteiro, um ricaço brasileiro. O terreno é, mais uma vez, enorme. A mansão é arquitetonicamente linda, mas a exposição interna eu achei meio fraca. O jardim, sim, é ótimo. Estátuas, fontes, capela, torres, grutas. Ter a Quinta como chácara de fim de semana me agradaria bastante.
Nisso, já passavam das 18:00. Voltei ao centro e comi na Piriquita, uma confeitaria que me tinham indicado. A dica foi boa. Um travesseiro, especialidade da casa, e uma queijadinha, especialidade de Sintra, depois; voltei para Lisboa.
Cheguei em casa, tomei um banho e sai. Tinha marcado as 21:00 na estação de metro com a Tuna. Cheguei pontualmente as 21:00. Claro que não achei ninguem e que não tinha o número de ninguém e que não conhecia aquela parte da cidade. Mas, no fim, dei um jeito e achei o restaurante.
Uma janta ótima e divertida. De lá, fomos caminhando até o Bairro Alto. O pessoal se disperçou e cedo eu estava em casa, porque tinha que buscar o Foster de manhã. Depois de estar de pijama, embaixo das cobertas, descubro que o voo POA/SP atrasou e ele só vem amanhã, no domingo.
Ontem tive um dia ótimo. A pequena e história Sintra é linda e merecidamente patrimônio histórico da humanidade. Infelizmente, não era a melhor época do ano. A neblina atrapalhou um pouco e perdi a vista. Mesmo assim, a viagem não foi em vão. Depois, a janta também foi ótima. O pessoal da Tuna é muito legal, gosto deles. Acho até que, ao invés de ir ao Porto, vou viajar com eles, para um fim de semana da Tuna. Acho que sim, pois o Porto não vai sair de lá, mas essa é, certamente, a única chance de viajar com a Tuna.
Pretendia chegar lá as 10:30. Cheguei pontualmente as 12:00. Mas, pensando agora, não faltou tempo para nada.
Meu primeiro destino na pequena Vila foi o Palácio Nacional, no centro histórico. Ele era uma residência de verão para a realeza. E eu achei bem mais ou menos. Mas o centro em si era legal. As casinhas pequenas e as ruelas dão um charme especial. Charme esse que já dura uns bons anos, quiçá séculos.
Depois fui ao Castelo dos Mouros, construção milenar, ou o que resta de uma construção milenar, datada do século X, período de invasão árabe. Antes do castelo, caminhei bastante pelo parque que o cerca. Muito bonito mesmo. Só me arrependi de estar de tênis e não com minhas botas de neve. Com elas, meu dia teria sido bem mais fácil.
O castelo em si também era bem legal. A muralha e as torres sobreviveram bem aos tempos. Mas só elas. Mesmo assim, a visita valeu bastante. De lá, se tem uma vista linda. Eu acho. Ontem havia tanta neblina que mal via meu relógio de pulso.
Do Castelo dos Mouros, fui até o Castelo da Pena. Ele é um antigo monastério do século XVI (acho eu), que o Rei Fernando II, do século XIX (acho eu) comprou e remodelou. A começar pelo absurdo jardim que o cerca, o castelo é espetacular. Esse jardim trás árvores de todos os cantos do mundo, lagos, pontes, miradouros e até mesmo um picadeiro. A minha saída foi atravessando ele. Sozinho, no meio da mata, me dei conta de que estou tão acostumado com a cidade e com barulho que o silêncio assusta.
O edifício do castelo é lindo também. Mistura uns vários estilos arquitetônicos e cada cômodo leva uma decoração diferente. Pelo que li, e comprovei vendo, a família não era dada a paredes vazias. Assim, cada quarto tem uns 200 quadros, fotos, movéis e o que quer que se pode imaginar.
Sai de lá, me embrenhei (essa palavra existe?) na mata de novo, desejei ter minhas botas e voltei aos Mouros. Lá, peguei um ônibus e voltei ao centro.
Caminhei até a Quinta da Regaleira. O lugar é maravilhoso. Costumava ser a moradia do Carvalho Monteiro, um ricaço brasileiro. O terreno é, mais uma vez, enorme. A mansão é arquitetonicamente linda, mas a exposição interna eu achei meio fraca. O jardim, sim, é ótimo. Estátuas, fontes, capela, torres, grutas. Ter a Quinta como chácara de fim de semana me agradaria bastante.
Nisso, já passavam das 18:00. Voltei ao centro e comi na Piriquita, uma confeitaria que me tinham indicado. A dica foi boa. Um travesseiro, especialidade da casa, e uma queijadinha, especialidade de Sintra, depois; voltei para Lisboa.
Cheguei em casa, tomei um banho e sai. Tinha marcado as 21:00 na estação de metro com a Tuna. Cheguei pontualmente as 21:00. Claro que não achei ninguem e que não tinha o número de ninguém e que não conhecia aquela parte da cidade. Mas, no fim, dei um jeito e achei o restaurante.
Uma janta ótima e divertida. De lá, fomos caminhando até o Bairro Alto. O pessoal se disperçou e cedo eu estava em casa, porque tinha que buscar o Foster de manhã. Depois de estar de pijama, embaixo das cobertas, descubro que o voo POA/SP atrasou e ele só vem amanhã, no domingo.
Ontem tive um dia ótimo. A pequena e história Sintra é linda e merecidamente patrimônio histórico da humanidade. Infelizmente, não era a melhor época do ano. A neblina atrapalhou um pouco e perdi a vista. Mesmo assim, a viagem não foi em vão. Depois, a janta também foi ótima. O pessoal da Tuna é muito legal, gosto deles. Acho até que, ao invés de ir ao Porto, vou viajar com eles, para um fim de semana da Tuna. Acho que sim, pois o Porto não vai sair de lá, mas essa é, certamente, a única chance de viajar com a Tuna.
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