Pois bem, a vida anda corrida. Todo dia, vou atrás de gente que tenha algum quarto livre. Emails, telefonemas e visitas. Na verdade, é uma coisa que tá se mostrando bem massante. Mas, fazer o que? Tenho que achar ao menos um teto fixo.
Enquanto não acho, então eu aproveito o Travellers House aqui.
A noite de petiscos aquela, foi bem legal. Foi montada uma mesa com vários tipos de linguiça e pães, regado a vinho. Quando tudo acabou, um inglês chamado Gary, bem legal, chamou todo mundo para ir para o Bairro Alto, zona boêmia daqui e a duas quadras do hostel. Foi bem divertido. Conversei com os ingleses, um holandês, um cara do Irã e uma guria de Cingapura. Também falei mais com a americana de Seattle aquela. O nome dela na verdade é Katie, não Tracy. Ela veio como palestrante no IADE, que está sediando uma conferência de Design. Ela é bem gente boa e canta, tendo uma voz muito legal. Dá para ouvir em www.myspace.com/katefullermusic
Então na terça eu fui atrás de alguns quartos. Recebi a resposta de umas alemãs, que alugaram uma casa com mais um esloveno. Juliane e Johanna, mais o esloveno que não vi ainda. A casa é legal, fui conhecer hoje. Fica em Alfama, a parte que originou a cidade de Lisboa. Lá só tem ruelas e o bonde passa na frente. Uma boa opção. A noite teve uma degustação de vinhos aqui pelo hostel, mas eu não participei.
Ontem, passei o dia resolvendo uns assuntos. Carteira de ônibus e conta no banco principalmente. Vi um quarto também, onde uma menina do hostel a Lauréne, da França, vai ficar.. O apartamento era bem legal mesmo. Ainda tava sendo reformado, o que é bom, porque tudo é bem novinho. Para a Lauréne é bom, a uma quadra da faculdade dela. Para mim, não. É bem longe mesmo.
Mais tarte, o hostel ofereceu uma Keg Party, ou seja, festa com barril de cerveja. Depois disso o pessoal ia para uma rodada de pubs no Bairro Alto. Eu fiquei de fora. Tinha saído com a Ana, que vem lá da ESPM, e uma menina de Toulouse, com um nome bem complicado. Ficamos pelo Bairro Alto, em um bar bem legal, com música cubana ao vivo.
Hoje acordei cedo e fui comprar o jornal Ocasião, só de classificados. Estava decidido a ir a muitos quartos. Encontrei umas boas opções. Uma delas é interessante. Dividir a casa com uma artista plástica e duas estudantes, em uma região bem boa. O único, e forte, contra é a Estrela, cadela que vive por lá. O quarto é no pátio, ou seja, junto com a cadela.
Depois fui até a Lapa, zona nobre da cidade (o presidente vive lá). Caminhando até lá, sempre lomba acima, como de praxe na cidade, eu me senti super bem. A região é maravilhosa. Casas antigas bem cuidadas, um ambiente calmo. O senhor que me recebeu, ao abrir a porta, já começou se desculpando. Ora, quando alguém pede desculpa antes de dar oi é porque vem algo ruim pela frente. E veio mesmo. O seu sobrinho tinha ligado havia 10 minutos, contando que tinha sido transferido para Lisboa. O senhor até disse que preferia tratar com algum não familiar, pois esses sempre estão a lhe tirar coisas aqui e ali. Em todo caso, ele não pode negar.
Agora tenho na manga a casa com as alemãs e um quarto a duas quadras do hostel, que vou ver pelas 7 horas. Até amanhã devo decidir meu destino, meu teto final. Imagino e espero que da próxima vez que escreva já de algum lugar que possa chamar de casa.
Enquanto não acho, então eu aproveito o Travellers House aqui.
A noite de petiscos aquela, foi bem legal. Foi montada uma mesa com vários tipos de linguiça e pães, regado a vinho. Quando tudo acabou, um inglês chamado Gary, bem legal, chamou todo mundo para ir para o Bairro Alto, zona boêmia daqui e a duas quadras do hostel. Foi bem divertido. Conversei com os ingleses, um holandês, um cara do Irã e uma guria de Cingapura. Também falei mais com a americana de Seattle aquela. O nome dela na verdade é Katie, não Tracy. Ela veio como palestrante no IADE, que está sediando uma conferência de Design. Ela é bem gente boa e canta, tendo uma voz muito legal. Dá para ouvir em www.myspace.com/katefullermusic
Então na terça eu fui atrás de alguns quartos. Recebi a resposta de umas alemãs, que alugaram uma casa com mais um esloveno. Juliane e Johanna, mais o esloveno que não vi ainda. A casa é legal, fui conhecer hoje. Fica em Alfama, a parte que originou a cidade de Lisboa. Lá só tem ruelas e o bonde passa na frente. Uma boa opção. A noite teve uma degustação de vinhos aqui pelo hostel, mas eu não participei.
Ontem, passei o dia resolvendo uns assuntos. Carteira de ônibus e conta no banco principalmente. Vi um quarto também, onde uma menina do hostel a Lauréne, da França, vai ficar.. O apartamento era bem legal mesmo. Ainda tava sendo reformado, o que é bom, porque tudo é bem novinho. Para a Lauréne é bom, a uma quadra da faculdade dela. Para mim, não. É bem longe mesmo.
Mais tarte, o hostel ofereceu uma Keg Party, ou seja, festa com barril de cerveja. Depois disso o pessoal ia para uma rodada de pubs no Bairro Alto. Eu fiquei de fora. Tinha saído com a Ana, que vem lá da ESPM, e uma menina de Toulouse, com um nome bem complicado. Ficamos pelo Bairro Alto, em um bar bem legal, com música cubana ao vivo.
Hoje acordei cedo e fui comprar o jornal Ocasião, só de classificados. Estava decidido a ir a muitos quartos. Encontrei umas boas opções. Uma delas é interessante. Dividir a casa com uma artista plástica e duas estudantes, em uma região bem boa. O único, e forte, contra é a Estrela, cadela que vive por lá. O quarto é no pátio, ou seja, junto com a cadela.
Depois fui até a Lapa, zona nobre da cidade (o presidente vive lá). Caminhando até lá, sempre lomba acima, como de praxe na cidade, eu me senti super bem. A região é maravilhosa. Casas antigas bem cuidadas, um ambiente calmo. O senhor que me recebeu, ao abrir a porta, já começou se desculpando. Ora, quando alguém pede desculpa antes de dar oi é porque vem algo ruim pela frente. E veio mesmo. O seu sobrinho tinha ligado havia 10 minutos, contando que tinha sido transferido para Lisboa. O senhor até disse que preferia tratar com algum não familiar, pois esses sempre estão a lhe tirar coisas aqui e ali. Em todo caso, ele não pode negar.
Agora tenho na manga a casa com as alemãs e um quarto a duas quadras do hostel, que vou ver pelas 7 horas. Até amanhã devo decidir meu destino, meu teto final. Imagino e espero que da próxima vez que escreva já de algum lugar que possa chamar de casa.
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