quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Chega de preguiça, hora de escrever.

Chegamos em Dresden ontem, depois de passar longas e intermináveis horas entre aviões, aeroportos e ônibus. A viagem foi cansativa e grande, mas nada que não superemos.

Saímos de Porto Alegre pela manhã. Um pessoal gente fina foi lá se despedir de mim. Legal isso. Me faz pensar que vou fazer ao menos um pouquinho de falta. O primeiro voo foi tranquilo. Até São Paulo é rápido e chegamos em 2 minutos.

Lá fizemos o check-in com uma moça simpática. Simpática que era, nos ofereceu trocar a AirFrance, que faz via Paris, pela KLM, via Amsterdan. Uma beleza: fizemos tudo mais cedo. E ai vai a dica do dia: KLM é ótima. Um bom avião, serviço de bordo melhor ainda. Além da janta, que foi boa, eles oferecem chás e sorvetes no meio da noite. Para entreter uma TV que tinha tudo: vi Big Bang Theory, CSI, 30 Rock, Mentalist, How I Met your Mother. Além disso, ainda tinha CDs do ACDC e Foo Fighters a disposição. Sorte minha, porque foi impossível dormir. Isso fez o voo de 12 horas demorar umas 21.

Em Amsterdan, uma passada rapidinha.Ficamos cerca de 1 hora só. O mesmo em Berlim, onde todo o tempo que tivemos foi entre resgatar a mala perdida e brigar com o motorista do ônibus que fazia o translado até Dresden.

Chegando em Dresden, a coisa melhorou. Aqui os trens são pontuais e a maioria das pessoas parecem ser simpáticas. Ai foi só a função de carregar mala demais pela cidade. Depois de 2 trens, chegamos a casa da Kersten, onde vamos dormir até irmos para Munique. Ela é gente boa. Pelo jeito adora receber gente, apesar do apartamento pequeno. Além de nós, está aqui o Ted, um australiano.

A noite, saímos com a Maria, amiga do mano. Comemos um Donner, que me lembrou um taco ou quesadilla. Apesar de toda a propaganda que me fizeram, não achei nada demais: uma espécie de pão, molho de tomate e alho, cebolas e alface.

Depois disso, fizemos uma boa caminhada pela Cidade Velha, que de velha não tem muito. Os prédios são de depois da Segunda Guerra, mas são réplicas dos que existiam antes dos bombardeios ingleses. São lindos. Visitamos o Zwinger. Não entendi o que era, mas hoje ele tem uma série de museus e uns jardins legais. Depois vimos a opera e uma série de prédios que não arrisco escrever o nome. O bom de caminhar de noite por aqui é que a cidade fica vazia cedo. Então ainda não era 9 da noite e estavamos sozinhos pelos pontos turísticos.
Acabando a noite, sentamos na rua e bebemos uma cerveja. A minha e a da Maria era com zitronen, ou limão.

Hoje, quarta, foi dia de acordar cedo. Resolvemos o quarto e a faculdade do mano. Parece fácil, mas caminhamos umas 6 horas nisso tudo. O bom é que o passe de trem dura o dia, então pegamos uns 6 ou 7 e pagamos baratinho.

Ainda caminhamos pelo centro da Cidade Velha. De dia, o que não falta é turista. A maioria grupos de idosos falando alemão. De almoço, nos permitimos dar uma de turista e comer no centro. Foi caro mas valeu a pena. Cada um pediu uma salsicha com curry.

Agora, com os dois mortos, vamos sair ainda. Temos que carregar o apartamento do mano, que fica meio longe da Kersten. Amanhã meus braços já eram hehe. Pelo menos poderemos descansar na ida até Munique, afinal de contas são mais boas 6 horas de viagem. É isso aí, até domingo, a minha ida ainda não acabou.

2 comentários:

  1. Fiquei com uma inveja quando disse que ia tomar café no starbucks no twitter hahaha :p nunca tomei um . Queria escrever algo interessante aqui, to super cansada e isso que não fiz nem metade das coisas que tu fez. E nem tava na academia, tava dormindo para variar iahsiuahihdis :P
    a rotina não mudou muito. mas ai tu acabou coma piada , sem graça asidhihasihd espero conseguir falar contigo antes de lisboa, se bem que em Munique vai ser uma loucura e afude bagarai. Que bom que tá aproveitando. beijo

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  2. tommy, quando chegar em Munique por favor, bebe um chopp pensando em mim =D

    bjobjo

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